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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Restaurante potiguar é terceiro lugar em ranking de site internacional

A gastronomia potiguar teve destaque na lista dos melhores restaurante segundo o site TripAdvisor, especializado em viagens nacionais e internacionais. Os restaurantes Camarões e o Camarões Potiguar, da mesma rede, se destacaram entre os cinco melhores do ranking nacional.
Confira a lista completa aqui;
O primeiro, mais antigo de um total de quatro instalados na capital potiguar, ocupa a 3ª colocação, com uma avaliação feita pelos próprios viajantes que beira a excelência. O Camarões Potiguar não ficou muito atrás e fica com a 5ª posição entre os dez melhores restaurantes sofisticados do Brasil
O restaurante genuinamente potiguar ficou na frente de estabelecimentos de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba. O primeiro e segundo lugar foram ocupados pelo Voilà Bistrot, em Paraty, e o Gruta de Santo Antônio, em Niterói, ambos no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Desvalorização do real passa de 70% nos últimos 12 meses

A escalada do dólar tem sido firme e constante. Nos 12 meses encerrados na sexta-feira, a desvalorização do real em relação à moeda americana chegou a 71,57%. Uma perda maior para o mesmo período só ocorreu em março de 1999, de acordo com cálculos da consultoria Tendências.
No ano em que o País abandonou a âncora cambial, a moeda brasileira desvalorizou 91,6%. A mudança de patamar do câmbio está provocando uma desorganização momentânea da economia e impactando diretamente o cotidiano das pessoas e das empresas.
Via Blog do Robson Pires

sábado, 26 de abril de 2014

ECONOMIA: Após 20 anos, real perde poder de compra, e nota de R$ 100 vale só R$ 22,35

Ao longo de quase 20 anos do Plano Real, a inflação acumulada desde 1/07/1994 até 1/2/2014, medida pelo IPCA, foi de 347,51%.  Assim, um produto que custava R$ 1,00 em 1994 custa hoje R$ 4,47.
O matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho afirma que, em decorrência desse fato, a cédula de R$ 100,00 perdeu 77,65% do seu poder de compra desde o dia em que passou a circular. Com isso, o poder aquisitivo da nota de R$ 100,00 é hoje de apenas R$ 22,35.
A perda desse poder aquisitivo é calculada por uma fórmula matemática na qual se divide o valor nominal da moeda pela taxa de inflação somada a 1. Quem quiser aprender a calcular a perda do poder aquisitivo da moeda pode acompanhar a explicação do professor Dutra no seu blog.
"O real foi reduzido a quase um quinto do valor em 20 anos", diz o professor. "Mas isso ainda é uma vitória. Porque mesmo passados 20 anos, ela ainda mantém um certo poder aquisitivo. O histórico anterior era de uma inflação que chegava a 5.000% ao ano."

A garoupa virou lambari

"Com essa desvalorização, se o indivíduo ganhava R$ 100 em 1994 agora precisa de R$ 400 para poder atender aos seus desejos", diz o professor de Economia do Insper Otto Nogami. "A garoupa virou um lambari", referindo-se ao peixe que estampa a nota de R$ 100.
A onça também virou um gatinho –a nota de R$ 50 hoje tem o poder de compra de R$ 11,17. Em 20 anos, o valor da moeda de R$ 0,01 praticamente desapareceu.
Isso se deve por conta do efeito da inflação sobre o poder de compra. "A inflação é o  termômetro que mede a diferença entre o desejo de consumir e a capacidade de produzir", diz Nogami.
Quando o desejo de consumir é maior do que a capacidade de produção, os preços sobem.

Inflação é problema crônico no Brasil

O crônico problema brasileiro com a inflação está, portanto, na incapacidade de o país produzir o suficiente para atender à demanda reprimida, ou seja, àqueles que querem consumir e pagam por isso.
"Há também um incentivo inconveniente e imprudente por parte do governo de estimular compras sendo que não há a produção necessária para atender o consumo.
Outro fator que estimulou a inflação foi a queda abrupta da taxa de juros até 2012. A oferta de crédito fez com que as pessoas se sentissem mais "ricas". "O brasileiro partiu para o consumo desenfreado, se endividou, se tornou inadimplente.  E a conta para pagar veio.

Como sair dessa situação?

É simples, diz o professor Nogami. A primeira providência é investir no setor produtivo para adequar as necessidades de produção ao consumo.
O segundo item importante é o investimento em educação. Incluir na grade curricular conceitos fundamentais de finanças pessoais. Ensinar a importância de poupar.
"Sonhos de consumo podem e devem ser realizados, mas mediante um planejamento. Primeiro economizar para realizar o sonho e não antecipar o sonho usando empréstimos e financiamentos que no médio prazo reduzem sua capacidade de consumir", diz.
E, quando o produto estiver caro demais, deixe-o na prateleira. Afinal, quando o produto sobra, as liquidações aparecem.
Fonte: Uol

sexta-feira, 7 de junho de 2013

ECONOMIA: Pirâmide é golpe financeiro antigo que aparece frequentemente no mercado,diz Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

Golpes financeiros do tipo pirâmide são muito antigos, velhos conhecidos das autoridades que fiscalizam os mercados e recorrentes em muitas economias. A melhor proteção? A informação.
Eles vêm e vão e fazem muitos estragos pelo caminho, principalmente investidores incautos e ingênuos que acreditam em ganhos fáceis e “sem risco”.  Há características comuns, no entanto, a esses golpes que podem ajudar a identificá-los.

- Rentabilidades muito atraentes;
- Pouco detalhamento dos riscos;
- Sentido de oportunidade que não pode ser perdida.
Esses esquemas, muitos conhecidos como esquema Ponzi, em homenagem a Charles Ponzi, o homem que no início do século passado protagonizou uma das maiores fraudes financeiras da história, obedecem a uma sequência comum.
- Atraso nos pagamentos;
- Dificuldade de contato com os responsáveis;
- Promessas de regularização;
- Perda dos recursos aplicados.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão que regula e fiscaliza o mercado de capitais no Brasil, uma espécie de xerife do mercado de capitais, está atenta a esta movimentação do mercado e publicou um guia com orientação para os investidores para identificar e se proteger desses golpes.
A íntegra do guia da CVM você encontra aqui.

Fonte: G1 via V&C

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

ECONOMIA: Felicidade do brasileiro custa R$ 24,5 mil ao mês, diz pesquisa

Para se considerar feliz, o brasileiro precisa de uma renda anual de US$ 143,7 mil (cerca de R$ 294 mil), o que equivale a um salário mensal de R$ 24,5 mil. O resultado é de uma pesquisa feita pela empresa de investimentos Skandia International com 5.000 pessoas em 13 países.
Os brasileiros se contentam com menos do que a média mundial para serem felizes, que é de US$ 161,8 mil de renda anual. 
Apesar disso, os brasileiros estão entre os que mais creem que o dinheiro traz felicidade: 93% dos entrevistados no país afirmaram isso. Enquanto isso, apenas 68% dos alemães dizem crer nessa afirmação. A média mundial é de 80%.
De acordo com o estudo, Dubai, com US$ 276 mil, Cingapura (US$ 227 mil) e Hong Kong (US$ 197 mil) são os locais em que as pessoas dizem precisar de rendas maiores para serem felizes.
Em oposição, o "preço da felicidade" é menor em países europeus, chegando ao valor mínimo na Alemanha: US$ 85 mil. 

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 27 de novembro de 2012

ECONOMIA: Mais de 99% dos consumidores são analfabetos financeiros

Uma pesquisa com internautas revelou que 99,2% dos consumidores não sabem fazer cálculos de juros nas compras a prazo. As entrevistas feitas com 658 internautas foram analisadas pelo economista Miguel de Oliveira e revelaram ser alto o percentual de pessoas que não sabe comparar as melhores condições de pagamentos, sofrendo “consequências nefastas do analfabetismo financeiro”.

A pesquisa também diz que os consumidores observam o valor da prestação que cabe no bolso, sem a informação clara e precisa dos anúncios sobre a diferença entre a aquisição à vista e a prazo, de acordo com as orientações determinadas pelo Código de Defesa do Consumidor. Apenas 4% relataram observar o custo financeiro da compra, ou seja, o valor das taxas de juros cobradas.

Apenas 20% dos entrevistados que realizaram o teste souberam calcular corretamente os juros de financiamentos.

O estudo ainda conta que a utilização do crédito de forma inadequada gera um cenário com muitas distorções nas relações de consumo, que "prejudicam o desenvolvimento e o crescimento econômico", avalia .

Dos 658 participantes das enquetes, 88% (579) reconheceram que precisam aprender a calcular os juros e que desejam portanto, adquirir tal conhecimento.

Parte dos internautas também participou de um pequeno teste avaliando seus conhecimentos sobre juros, no qual havia duas proposições, sobre os seguintes financiamentos: uma TV em 12 parcelas e um veículo parcelado em 72 vezes. Das 25 pessoas que aceitaram o desafio, apenas 5, ou seja, 20%, acertaram o valor correto dos juros embutidos.

Fonte:Nominuto

quarta-feira, 30 de maio de 2012

ECONOMIA:Os profissionais mais raros no Brasil e no mundo

Os mais raros no Brasil Os mais raros no mundo
1. Profissionais especializados de nível técnico 1. Profissionais que fazem trabalhos manuais que exigem especialização
2. Profissionais que fazem trabalhos manuais que exigem especialização 2. Engenheiros
3. Engenheiros 3. Representantes de vendas
4. Motoristas 4. Profissionais especializados de nível técnico
5. Operadores de produção 5. Profissionais de Tecnologia da Informação
6. Profissionais de finanças e contabilidade 6. Profissionais de finanças e contabilidade
7. Representantes de vendas 7. Motoristas
8. Profissionais de Tecnologia da Informação 8. Gestores|Executivos
9. Trabalhadores braçais 9. Trabalhadores braçais
10. Mecânicos 10. Secretários e outros profissionais de apoio ao setor administrativo
Fonte: Exame

domingo, 27 de maio de 2012

ECONOMIA: Como conseguir R$ 1 milhão até os 55 anos

A independência econômica é o sonho de muitas pessoas, principalmente em uma fase mais avançada da vida, quando já se pensa em diminuir a rotina de trabalho ou se aposentar. Para muitas pessoas o objetivo de conseguir R$ 1 milhão parece distante e impossível, no entanto, com educação financeira e planejamento é possível alcançar o tão sonhado milhão, garantem especialistas.

Para o educador financeiro Mauro Calil, o primeiro passo antes de começar a traçar um plano é responder três perguntas: quanto dinheiro você tem para investir? Qual o seu prazo? Qual é o seu objetivo final?

“É importante saber o que você quer fazer com esse dinheiro. Se a ideia é apenas manter, comprar um imóvel ou viajar, entre outros sonhos”. Com essas três perguntas respondidas é crucial investir algum dinheiro em educação financeira. “Traçar um levantamento de quanto você ganha e o quanto gasta é enfadonho, mas necessário. Se você não sabe onde está, não consegue descobrir para onde vai” afirma Calil. 

A partir deste plano é possível ver qual o tipo de investimento é mais apropriado para cada pessoa. “Se você tem muito tempo, por exemplo, dez anos, a Bolsa de Valores é o melhor caminho. Porque dá melhores resultados em um período de tempo longo”, explica o especialista.

Abaixo, o especialista faz uma estimativa de quanto você terá que poupar por mês, em uma caderneta de poupança*, para chegar ao R$ 1 milhão com 55 anos:
 - Começando aos 15 anos: R$ 880,43/mês
 - Começando aos 21 anos: R$ 1993,04/mês
 - Começando aos 35 anos: R$ 2775,83/mês 
- Começando aos 45 anos: R$ 6848,65/mês
 - Começando aos 50 anos: R$ 15144,41/mês 
 *Taxa de juro real (descontada a inflação) de 0,37% ao mês, renda fixa com CDBS de bancos menores e LCIS podem proporcionar este rendimento nos dias de hoje. Revisões de aplicações devem ser feitas uma vez por ano para que se mantenha a taxa real planejada.  
Fonte: Band 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

ECONOMIA: Nordeste se consolida como 2º maior empregador


Embora a região Sudeste mantenha a liderança na quantidade de pessoal ocupado nas empresas do País, a região Nordeste se consolidou na segunda posição, desbancando a região Sul mais uma vez, segundo os dados do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) 2010, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2010, o Sudeste ficou 51,1% do pessoal ocupado assalariado no Brasil, enquanto o Nordeste empregou 18,4%, e o Sul concentrou 17,0% da força de trabalho assalariada.
“A região Nordeste emprega mais do que o Sul, mas é a que paga pior”, ressaltou Kátia Cilene Medeiros de Carvalho, analista da área de Planejamento, Disseminação e Análise da Gerência do Cempre, no IBGE.
O Nordeste figurou em terceiro lugar no ranking das regiões para a massa de salários paga aos trabalhadores, com uma fatia de 14,1%. O Sudeste liderou a lista, com uma concentração de 55,5% da massa salarial, seguido pelo Sul, que pagou 15,4% da massa salarial do País.
“Mais de 60% dos empregados do Nordeste estão concentrados na faixa de um a dois salários mínimos. Talvez isso aconteça pelas características das atividades da região, que talvez paguem salários um pouco mais baixos”, avaliou a pesquisadora do IBGE. “A Construção foi a atividade mais importante na geração de empregos na região Nordeste, por exemplo”, notou.
No total do País, a principal atividade geradora de empregos em 2010 foi o Comércio, seguido por Indústria da transformação e Construção. A participação do Comércio nos empregos gerados em 2010 foi de 22,0%, enquanto a Indústria teve uma fatia de 18,6%, e a Construção foi responsável por 13,6% das novas vagas.

Fonte: O Paralelo

sexta-feira, 4 de maio de 2012

RN: Faern cobra medidas do Governo do Estado para salvar rebanho

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira cobrou do Governo do Estado medidas para “salvar” o rebanho.

“Diante das dificuldades, queremos saber se o Governo do Estado está interessado ou não em salvar o nosso rebanho”, disse em entrevista ao Jornal 96 nesta sexta-feira (4), ao comentar os problemas que o setor enfrenta.

Ele reforçou as dificuldades do setor agropecuário advertindo que não se vive um bom momento. São problemas desde às variações climáticas aos entraves que a administração estadual teve com o Programa do Leite. A Faern encomendou do Sebrae um estudo mapeando a situação agropecuária. O documento será entregue à administração estadual na segunda-feira (7).

“Foi apresentado o que já sabíamos. Para se ter uma ideia, de 1995 a 2012 o algodão cresceu 275%; salário mínimo, 800%; e para nós ficou insustentável praticar o preço de R$ 0,80 na venda do leite, preço congelado há cerca de oito anos”, ilustrou Vieira.

A partir do estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, os agentes envolvidos na atividade discutiram a pauta de reivindicações que vão apresentar ao Estado. Vieira aproveitou a entrevista para cobrar ainda um papel mais efetivo do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN, o Idiarn.

“Mostramos nesse estudo que o governo precisa ter um Idiarn forte. Até agora não tem ninguém à frente da pasta. O governo precisa agilizar essas questões. O que precisamos é que os técnicos estejam em campo trabalhando”, reivindicou.

Fonte: Nominuto.com

ECONOMIA: Produção de petróleo e gás da Petrobras chega a 2,6 mi de barris em março

Foto: Exame.abril.com.br
A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras no mês de março foi aproximadamente 2,6 milhões de óleo equivalente [óleo e gás] por dia, de acordo com os números divulgados hoje (4) pela empresa, abrangendo dados tanto do Brasil quanto do exterior.

Desse total, os campos localizados no país produziram, em média, cerca de 2,3 milhões de barris diários. Fora do Brasil, a Petrobras produziu aproximadamente 253,4 mil barris.

O resultado aponta para queda de 5% na produção nacional, em relação a fevereiro, quando foram produzidos cerca de 2,4 milhões de barris por dia. De acordo com a Petrobras, os motivos foram a parada para manutenção das plataformas P-511, no Campo Marlim Sul, P-57 e FPSO, no Campo de Jubarte, e também a interrupção da produção do Campo de Frade, operado pela Chevron, na Bacia de Campos - onde houve vazamento de óleo em novembro do ano passado.

Do total produzido no Brasil, aproximadamente 1,9 milhões de barris foram exclusivamente de petróleo. A produção de gás natural chegou a cerca 56,1 milhões de metros cúbicos (m³) por dia. No exterior, a produção média de petróleo chegou a 151,7 mil barris por dia, aproximadamente, e a de gás natural, a 17,4 mil m³ diários.

Fonte: Nominuto.com

quinta-feira, 5 de abril de 2012

ECONOMIA: Como juntar R$ 1 milhão com R$ 360 por mês

Juntar R$ 1 milhão. O que para muitos é um sonho distante pode se tornar um plano efetivo para quem tiver disciplina, algum capital para investir e desejo por risco. Com pouco mais de meio salário mínimo por mês, é possível atingir a quantia aplicando o dinheiro em ações de grandes empresas pelo período de 40 anos.

Essa conta é feita considerando que é preciso reajustar os depósitos mensais pela inflação. A cada mês, é deve-se aumentar um pouco o montante a ser investido de acordo com a inflação do mês anterior. Dessa forma, ao final do período, o investidor terá o equivalente ao que hoje representa R$ 1 milhão (atualizado conforme o custo de vida até daqui a 40 anos).

O especialista em finanças pessoais Marcos Silvestre, autor dos livros "12 meses para enriquecer: o plano da virada" e "Investimentos à prova de crise" elaborou planos de investimento para quem quer alcançar essa meta. Os cálculos mostram que um jovem de 20 anos pode atingir o valor aos 60 anos aplicando R$ 360 por mês numa carteira de ações.

Mesmo quem não tem coragem de se arriscar no mercado de ações, porém, pode realizar o sonho do milhão. Para isso, claro, será necessário um investimento mais alto. A meta pode ser alcançada aplicando-se, por exemplo, R$ 1.243 por mês em títulos públicos do governo por meio do Tesouro Direto, ou R$ 1.624 por mês na caderneta de poupança.

Quanto mais tarde se fizer planejamento, maior o esforço

Quanto mais tarde se fizer esse planejamento, no entanto, mais o esforço mensal precisará ser aumentado. Quem começar a fazer aplicações na poupança aos 30 anos só conseguirá atingir a meta do milhão aos 60 aplicando uma quantia mensal de R$ 2.309. Para quem começar a pensar no assunto aos 50, será necessário depositar R$ 7.847 na caderneta por mês.

"A marca do R$ 1 milhão é um desafio simbólico porque esta é uma soma que a maior parte das pessoas jamais possuirá como reserva financeira", diz Marcos Silvestre.

Seus cálculos mostram, porém, que se a ideia for fazer uma espécie de aposentadoria, aí a meta deverá ser mais ambiciosa. Se, ao atingir R$ 1 milhão em investimentos aos 60 anos, a pessoa decidir viver somente da renda deixando o valor aplicado no Tesouro Direto, obterá um valor mensal de R$ 2.000.

"É um valor claramente insuficiente para garantir um padrão de classe média confortável na condição de aposentado", diz Silvestre. Segundo seus cálculos, apenas uma reserva financeira líquida entre R$ 2 milhões e R$ 4 milhões poderia garantir uma renda "confortável".

'Liquidez da poupança é risco para aposentado', diz economista

Ainda pensando na aposentadoria, Silvestre considera que é melhor investir em planos de previdência do que em aplicações com grande liquidez, como a poupança (que permite o saque dos valores a qualquer tempo).

"A liquidez que a poupança, o Tesouro Direto e até das ações apresentam é um perigo para o aposentado, que pode passar a ser assediado por filhos, netos e amigos mal intencionados. Melhor que isso talvez seja trocar esta reserva pela garantia do recebimento mensal de um bom plano de previdência. Se for escolhida uma instituição sólida, os riscos serão pequenos perto das potenciais tentativas de 'extorsão' dos 'entes queridos'", afirma ele, que diz que há 20 anos lida com situações do tipo.

Para fazer os cálculos, o economista considerou uma rentabilidade líquida real, descontados impostos, taxas e a inflação, de 0,10% para a caderneta de poupança. Essa rentabilidade é semelhante, segundo ele, àquela obtida em um plano de previdência conservador (cuja carteira contém menos de 10% dos investimentos em ações).

Para aplicações no Tesouro Direto, foi considerada uma rentabilidade líquida real de 0,20% ao mês (também registrada por planos de previdência privada de risco moderado, com algo entre 10% e 20% de ações na carteira) e, para as ações, uma rentabilidade de 0,60% ao mês. Nesse caso, ele considerou uma previsão para ações de empresas de primeira linha, ou de planos de previdência de maior risco (até 49% de ações na carteira).
 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Brasileiro está entre os próximos 13 bilionários, segundo a Forbes

A revista Forbes divulgou uma lista com os ricaços que devem fazer o seu primeiro bilhão em um futuro próximo. O único brasileiro da lista é Oskar Metsavaht, criador da marca Osklen, na 10ª colocação.

Segundo a Forbes, ele deve entrar no ranking de bilionários em breve, mesmo com uma fortuna de US$ 400 milhões. Criada na década de 1980, a sua marca tem hoje mais de 64 lojas espalhadas em todo o Brasil.

O empresário está negociando a fusão de sua grife com vários grupos. Entre eles, estão o francês Pinault-Printemps-Redoute (PPR), dono das marcas de luxo Gucci e Yves Saint Laurent, a LVMH, da marca Louis Vuitton, a consultoria americana Marvin Traub, que trabalha com grifes de alto padrão, e a Alpargatas, criadora das sandálias Havaianas.
  designer norte-americana Tory Burch é a primeira do ranking, com uma fortuna de US$ 800 milhões. Ela trabalhou para a Ralph Lauren e Vera Wang (um dos principais nomes da moda nupcial) antes de lançar sua própria linha de roupas. Joseph Tsai (US$ 800 milhões), co-fundador e CFO (Chief Financial Officer) do site Alibaba, parceiro do Yahoo, divide a primeira colocação com Tory. Com US$ 780 milhões na conta bancária, o estilista norte-americano Michael Kors ganha a terceira colocação.

Nome mais conhecido do público brasileiro, o alemão Michael Schumacher, corredor de Fórmula 1 pela Mercedes, ganha a 8ª colocação, com um patrimônio de US$ 520
milhões.

Leia mais 

Fonte: epocanegocios.globo.com/

quarta-feira, 7 de março de 2012

ECONOMIA: Potiguar aparece na lista dos 500 homens mais ricos do mundo

O empresário potiguar Nevaldo Rocha, fundador do Grupo Guararapes foi o primeiro norte-riograndense a figurar entre os 500 homens mais ricos do mundo da revista Forbes, com um patrimônio de R$ 2,5 bilhões.

Nevaldo Rocha começou sua história de sucesso em solo potiguar fundando o embrião da Guararapes em 1947. Era sua primeira loja de roupas chamada "A Capital", em Natal (RN). Cinquenta e cinco anos depois, o grupo comandado por ele tornou-se o maior no ramo empresarial de moda no Brasil que tem na rede Riachuelo sua jóia mais rara.

Voltando a Forbes, a mesma edição que publicou Eike Batista entre os dez homens mais ricos do mundo, trouxe Nevaldo Rocha na 491º posição com um patrimônio de 2, 5 bilhões de dólares.É a primeira vez que alguém que fez riqueza em solo potiguar figura na lista.

Fonte: DN Online

ECONOMIA: Eike Batista lidera ranking dos bilionários brasileiros

A mais recente lista dos bilionários da Forbes confirmou o que já se sabia: Eike Batista é o homem mais rico do Brasil. Com uma fortuna estimada em US$ 30 bilhões, o dono do grupo EBX surpreende ao subir uma posição no ranking geral da publicação, aparecendo em sétimo lugar. O segundo brasileiro melhor classificado é o banqueiro Joseph Safra, com uma fortuna de US$ 13,8 bilhões, mas que aparece bem abaixo na lista, na 52ª posição.
O empresário Antonio Ermírio de Moraes e sua família aparecem em terceiro lugar entre os brasileiros, com US$ 12,2 bilhões (67° lugar). Jorge Paulo Leman vem em quarto com US$ 12 bilhões (69° lugar) e Marcel Herrmann Teles com US$ 5,7 bilhões (178° lugar), ambos da AmBev, em quinto. Outro sócio da companhia, Carlos Alberto Sicupira, aparece em sexto lugar com uma fortuna de US$ 5,2 bilhões (196° lugar).
Dorothea Steinbruck e sua família, controladores da Vicunha, vêm em sétimo com US$ 4,5 bilhões (232° lugar), na frente do banqueiro Aloysio de Andrade Faria, do Grupo Alfa, com US$ 4,2 bilhões (255° lugar). Em nono lugar é a vez de Francisco Ivens de Sá Dias Branco, da M. Dias Branco, com US$ 3,8 bilhões (290° lugar). Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, do Itaú Unibanco, fecha o ranking dos dez primeiros, com US$ 3,6 bilhões (304° lugar).
O empresário Abilio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar, aparece em 11° lugar entre os bilionários brasileiros, com uma fortuna estimada em US$ 3,6 bilhões. Em seguida aparece Alfredo Egydio Villela Filho, com US$ 3,4 bilhões. O banqueiro André Esteves é o 13° colocado, com US$ 3 bilhões.
 
Fonte: Revista Época

ECONOMIA: Os 20 maiores importadores do RN

Total das importações do Rio Grande do Norte, segundo estudo divulgado pelo Sebrae -  319.394.792 242.597.818
Total das 20 maiores empresas importadoras do RN – 242.433.267  xxx 192.302.500*
1 -M DIAS BRANCO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIM 26.156.377xxx  38.305.566
2-TECIDOS LIDER INDUSTRIA E COMERCIO LTDA 10.196.575 xxx 33.064.508
3-COATS CORRENTE TEXTIL LTDA 6.857.911xxx  13.907.377
4-LAMINOR S.A. 12.407.301 xxx 12.809.932
5-PETRÓLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS 13.829.288 xxx 12.350.611
6-METALMECANICA MAIA LTDA — 11.525.596 *
7-VICUNHA TEXTIL S/A. 3.140.209 xxx 10.234.214
8-CONFECÇÕES GUARARAPES SA 4.814.257 xxx 7.930.618
9-COMPANHIA DE CIMENTO PORTLAND POTY 3.707.791 xxx 7.262.513
10-NEW ENERGY OPTIONS GERA/CÃO DE ENERGIA S.A 138.250.410 xxx  6.916.099
11-GB COMÉRCIO INTERNACIONAL LTDA 2.138.036 xxx  5.597.093
12-TRÊS CORAÇÕES ALIMENTOS S.A. 2.971.287xxx   5.459.906
13-OUROFERTIL NORDESTE LTDA 1.747.350 xxx  4.016.379
14-MARE CIMENTO LTDA 1.289.358 xxx  3.626.542
15-DVN VIDROS INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. 2.170.882 xxx  3.621.763
16-UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE 3.501.816 xxx  3.334.070
17-COTEMINAS S.A. 4.502.543 xxx 3.262.547
18-MEROS BICICLETAS IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA 1.854.207 xxx  3.259.504
19-ASPERBRAS-NORDESTE IRRIGAÇÃO LTDA 1.958.180 xxx  3.017.293
20-DEL MONTE FRESH PRODUCE BRASIL LTDA 939.489 xxx  2.800.369
Preço US$ 1,00 FOB:

Fonte: fabriciasantos.com.br/

BRASIL PASSA A GRÃ-BRETANHA, JÁ É A SEXTA MAIOR ECONOMIA DO MUNDO


O crescimento de 2,7% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2011, anunciado nesta terça-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), confirmou uma previsão feita por analistas recentemente: de que no ano passado a economia brasileira ultrapassaria a britânica e se tornaria a sexta maior do mundo. No entanto, a ultrapassagem ocorreu por margem menor que a esperada.

Segundo cálculo do Centro para a Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR), um instituto britânico, o PIB brasileiro alcançou US$ 2,469 trilhões (cerca de R$ 4 trilhões) em 2011, ante US$ 2,420 trilhões do britânico.

'A diferença foi menor do que havíamos previsto antes. A economia brasileira tropeçou, mas a economia da Grã-Bretanha foi ainda pior no ano passado, então não foi o suficiente para mudar o cenário', diz o analista Tim Ohlenberg, do CEBR.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país ao longo do ano. Agora, somente Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França estão à frente do Brasil no ranking, que leva em conta os PIBs nominais, medidos em preços correntes.

Outros dois institutos econômicos ouvidos pela BBC Brasil confirmam que a ultrapassagem ocorreu. Segundo cálculos da Consultoria Tendências, o PIB brasileiro alcançou US$ 2,477 trilhões em 2011. O britânico, por sua vez, chegou a US$ 2,421 trilhões.

Em 2010, de acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), o PIB brasileiro valia US$2,09 trilhões, comparado a US$ 2,25 trilhões da Grã-Bretanha.

Para comparar os PIBs, deve-se converter suas quantias (medidas nas moedas locais) em dólares, usando como base a cotação média do real e da libra para a moeda americana em 2011. É a primeira vez que o PIB brasileiro aparece à frente do britânico.

A ultrapassagem se explica em grande parte pelos desempenhos das duas economias no ano passado: enquanto o Brasil cresceu 2,7%, a Grã-Bretanha teve expansão de 0,8%.

A economia britânica tem sofrido com os prolongados efeitos da crise econômica na Europa.

Segundo analistas, outro fator que teve peso no resultado foi a acentuada apreciação do real no período, superior à valorização da libra.

O Instituto Nacional de Pesquisa Econômica e Social (NIESR, na sigla em inglês) também confirmou que o PIB brasileiro ultrapassou o britânico. Nas contas do instituto, que faz a comparação com base em dados do FMI e em taxas de câmbio atuais, o PIB brasileiro hoje vale US$ 2,52 trilhões, enquanto o britânico vale US$ 2,48 trilhões.

Apesar do resultado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que é mais importante ter uma economia dinâmica, com crescimento sustentável, do que ter o sexto maior PIB global.

Consumo das famílias

Segundo o IBGE, ao crescer 2,7% em 2011, o PIB brasileiro alcançou R$ 4,143 trilhões.

Ainda que bem inferior à projeção do governo no início do ano passado, de expansão de 5%, o resultado de 2011 evidencia o relativo bom momento da economia brasileira num momento em que a Europa e os Estados Unidos enfrentam graves dificuldades para voltar a crescer.

No entanto, apesar do resultado anual, os dados indicam que houve uma desaceleração da economia no fim do ano passado. De acordo com o IBGE, a economia cresceu 0,3% nos últimos três meses de 2011 em relação ao trimestre anterior.

Ainda segundo o Instituto, o desempenho da economia em 2011 foi puxado pelo consumo das famílias, que teve expansão de 4,1% em relação a 2010. Também tiveram bons resultados o setor agropecuário, com crescimento de 3,9%, e o de serviços, com 2,7%.

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FONTE: MSN.COM VIA RG NEWS

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

ECONOMIA: Milionários executivos do Facebook ganham mais do que os de Wall Street


Você sabe pra onde foram os  Lucros do Facebook do ano passado? De acordo com a revista Fortune, 8% de toda a grana foram diretamente para o bolso dos cinco maiores executivos da rede social.

O interessante é que este montante é mais do que muitos executivos de Wall Street ganharam com suas bonificações no ano passado, incluindo empresas como JP Morgan Chase, que distribuiu "apenas" US$ 79 milhões para seus top executivos - menos de 2% de seus lucros.

O fato se torna ainda mais notável ao comparar a quantidade de funcionários de cada companhia. Enquanto o banco de investimento tem 239 mil pessoas empregadas, o Facebook tem 3.200.
O gráfico acima, desenvolvido pela Fortune, mostra a porcentagem de remuneração dos executivos de algumas das maiores empresas de Wall Street e, obviamente, do Facebook. Mark Zuckerberg é bem generoso, não?

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ECONOMIA: Jovem de 21 anos junta fortuna de R$ 4,3 milhões, mas perde tudo em apenas um ano


Um jovem empresário da internet conseguiu juntar R$ 4,3 milhões (US$ 2,5 milhões) aos 21 anos, mas perdeu absolutamente tudo após 12 meses. O americano Andrew Fashion abandonou a faculdade depois que desenvolveu um site que permite aos usuários do MySpace personalizar sua página na rede social. 

Com o salário mensal de cerca de US$ 100 mil (R$ 173,3 mil), ele comprou uma casa de luxo em Los Angeles e diversos carros esportivos top de linha. 

Fashion aproveitou para jogar pôquer em Las Vegas, caprichou nas casas de hidromassagem em Londres, na Flórida e no Havaí, fez ensaios fotográficos com modelos profissionais e comprou os últimos lançamentos de celulares e notebooks. 

Doze meses depois, no entanto, o site saiu do ar e a mina de dinheiro secou, segundo reportagem do diário britânico Daily Mail. Falido e em depressão, ele reconheceu que era “jovem e estúpido”. 

- O dinheiro estava vindo em grandes quantidades, mas saiu muito rápido. Uma montanha de dinheiro simplesmente desapareceu. 

Fashion, cujo verdadeiro sobrenome é Thompson, construiu seu negócio depois de meses de estudos de estratégias de marketing, o que levou seu site para o topo do ranking do Google. 

Em 2007, porém, houve uma remodelação radical do site, o que fez o Google interpretar que se tratava de um site novo. Assim, ele perdeu a referência no buscador do dia para a noite e caiu para a oitava página. 
Fonte: R7

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

ECONOMIA: Kodak pede concordata nos EUA

A centenária companhia fotográfica Eastman Kodak apresentou perante um tribunal de Nova York um pedido de concordata para reorganizar seus negócios. A informação foi feita pela própria empresa, nesta quinta-feira (19), por meio de comunicado. "A companhia e suas subsidiárias nos EUA entram com pedido voluntário de 'proteção' ao Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos", afirmou em nota.
A Kodak pediu concordata depois de não ter conseguido levantar capital para financiar uma recuperação financeira de longo prazo. Com o pedido, a empresa pretende reforçar a liquidez nos Estados Unidos e no exterior, rentabilizar a propriedade intelectual não estratégica, solucionar a situação dos passivos e concentrar-se nos negócios mais competitivos.
Estratégia
Pioneira dos processos fotográficos, a Kodak foi fundada em 1888 com sede em Rochester (Nova York). Há décadas, porém, a empresa luta para lidar com a concorrência emergente no segmento fotográfico, o que se acentuou com o surgimento da tecnologia digital.
Sua cartada final - uma tentativa de se transformar em uma empresa que vende impressoras - revelou-se algo demasiadamente caro em meio às vendas em declínio do filme fotográfico e às caras obrigações pagas aos funcionários aposentados.
Pátio da Kodak, em Nova York, vazio (foto de 6 de janeiro) (Foto: AP)Pátio da Kodak, em Nova York, vazio (foto de 6 de
janeiro) (Foto: AP)
O pedido de concordata é um revés para o presidente executivo, o espanhol Antonio Perez, que assumiu o cargo de executivo-chefe da Kodak em 2005. Ele havia trabalhado por 25 anos na Hewlett-Packard Co., ajudando a contabilizar mais de US$ 7 bilhões em valor de mercado para a HP. Na Kodak, contudo, não conseguiu repetir o feito.
Incertezas sobre a estratégia utilizada por Perez para tentar levantar o setor de impressoras da empresa levanta questões sobre o destino dos cerca de 19 mil funcionários da companhia. A operação também representa riscos para os aposentados da Kodak, dando margens à possibilidade de a empresa tentar fugir de suas obrigações sobre as pensões e a assistência médica dos trabalhadores perante o Tribunal.
Fonte: G1

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